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| . | HISTÓRIA DA GRAFOLOGIAA Grafologia, é o tratado ou a ciência da escrita. Modernamente se
tem definido como a Psicologia da Escrita. Costuma-se citar quatro grandes mestre da Grafologia no mundo: Jean Hyppolyte MICHON, na França, que em 1871 fundou a revista La Graphologie que ainda hoje é editada e publicou obras clássicas de grafologia, entre outras, Les mystères de l'écriture, Arte de juger les hommes sur leurs autographes, Système de graphologie, etc. É considerado o fundador da escola francesa de grafologia. Ainda na França, surge a figura de J. Crépieux-Jamin (1858-1940), médico, que escreveu L'écriture et le caractère (A escrita e o caráter), Traité pratique de graphologie (Tratado prático de grafologia), Les éléments de l'écriture des canailles e ABC de la graphologie. Na Alemanha, Ludwin KLAGES, filósofo e caracterologista, também psicólogo, contribuiu com estudos sobre o valor de elementos expressivos do íntimo do indivíduo quando escreve. Mostrou cientificamente estudos sobre o nível de forma e suas relações com o ritmo da escrita e estudou os sinais gráficos. Max PULVER, na Suíça, com base nos estudos de L. KLAGES, estabeleceu a teoria da simbologia do espaço gráfico, trazendo à grafologia noções de fenomenologia e, acima de tudo, estabelecendo ligações entre os elementos grafológicos e dados da psicanálise. Modernamente, podem-se citar outros "mestres" da grafologia em várias partes do mundo. Na Espanha, Matilde RAS, Augusto VELS e Maurício XANDRÓ. Na Itália, G. MORETTI e L. TORBIDONI. Na Alemanha Rafael SCHERMANN. A Grafologia é hoje desenvolvida e estudada nas grandes universidades do mundo e seu método projetivo de conhecimento da alma humana é reconhecido e aplicado pelos governos, pelas grandes empresas e instituições voltadas a uma visualização mais ampla e segura sobre o SER HUMANO. GRAFOLOGIA NO BRASIL O primeiro trabalho científico sobre grafologia no Brasil data de 1900 e foi feito pelo médico baiano, Dr. José Antonio de Gouveia COSTA-PINTO, com o título de A Grafologia em Medicina Legal como tese de doutoramento aprovada com distinção na Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia. Só no final dos anos 50 é que voltam a aparecer no Brasil outras publicações sobre grafologia, destacando-se os estudos de Arthur Sab, Betina Katzenstein-Schoenfeldt, Edson Bellintani, Cacilda Cuba dos Santos e Odette Serpa Loevy. Em 1977 foi fundado em São Paulo a SOCIEDADE BRASILEIRA DE GRAFOLOGIA Sobrag, presidida inicialmente pelo médico psiquiatra Julio de GOUVEIA, tendo como vice-presidente Odette Serpa LOEVY. Existem outras associações grafológicas no Brasil, como o INSTITUTO MINEIRO DE GRAFOLOGIA, a ASSOCIAÇÃO DE GRAFÓLOGOS E PERITOS GRAFOTÉCNICOS DO RIO DE JANEIRO e recentemente foi fundado o CENTRO BRASILEIRO DE ESTUDOS GRAFOLÓGICOS CBEG, com sede em Salvador-Bahia e atuação nacional, sobretudo no que diz respeito à realização de cursos para a formação de Grafólogos. |